Indicadores
nos mostram que a filantropia, no caso, as Santas Casas de Misericórdias são
compostas por mais de 3 mil unidades em todo o país.
Poucas
não estão no vermelho ou conseguem a subsistência sem a ajuda financeira das
prefeituras locais e de doações. Sabemos que 90% do atendimento nessas
entidades são destinadas ao atendimento público.
O
SUS - Sistema Único de Saúde não remunera o suficiente para cobrir as despesas
desses hospitais, daí a necessidade da ajuda externa.
Muitas
Santas Casas fecharam suas portas pela falta de pacientes e conseqüentemente de
internações. E nesse caso, haveria a necessidade de internações particulares,
onde o valor agregado da internação poderia ser maior.
Essas
entidades não têm fins lucrativos, portanto não almejam lucros, sendo dessa forma, estaria de bom tamanho, se apenas
encontrassem um equilíbrio em suas contas. O que normalmente não acontece.
Dourado
deverá reabrir a sua Santa Casa no próximo domingo(26), conforme anunciado,
pois se trata de uma promessa do prefeito Juninho Rogante à população.
Por outro lado a própria população aguarda ansiosa a reabertura de seu
hospital, afinal há tempos que pacientes se deslocam para outras cidades em
busca de internações, partos e pequenas cirurgias.
É
um grande desafio para a atual administração a operação do hospital. Sabemos
que o orçamento da cidade está apertado, como acontece em muitas outras cidades
do interior de São Paulo.
Em
Ribeirão Bonito, a Santa Casa passou por dificuldades estando à beira de seu
fechamento. Hoje tem uma estrutura considerada boa, porém as dificuldades são
constantes. A prefeitura aporta um valor considerável na entidade que ainda
pode contar com a ajuda de doações.
Tramita no Congresso Nacional um projeto que, se aprovado, poderia beneficiar as Santas Casas com verbas federais. Se isso acontecer seria a tábua da salvação para essas entidades. Enquanto isso não acontece, as dificuldades continuarão no setor.
Tramita no Congresso Nacional um projeto que, se aprovado, poderia beneficiar as Santas Casas com verbas federais. Se isso acontecer seria a tábua da salvação para essas entidades. Enquanto isso não acontece, as dificuldades continuarão no setor.
Ronco
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