Em mais uma ação conjunta das polícias Militar e Civil deflagrada na manhã desta segunda(22), foram apreendidas quantidades significativas de cocaína e maconha.
Com D.L.S.S de 19 anos, morador no Jardim Paulista, foram apreendidos vários papelotes de cocaína já embaladas e um recipiente plástico com mais cocaína ainda não embalada.
Alguns papelotes de maconha e uma quantia em dinheiro também foram objetos de apreensão.
Com o menor W.L.K de 17 anos, morador no Jardim Novo Dourado, também foi encontrada certa quantidade de cocaína em papelotes.
D.L.S.S. está detido e será encaminhado ao Centro de Triagem de São Carlos e o menor W.L.K. será apresentado ao Conselho Tutelar.
A operação teve sucesso graças ao serviço de inteligência da PM e da Civil, com a ajuda da população através de denúncias.
A Polícia Civil, através dos policiais Silvio e Clóvis, estão qualificando os detidos.
A Polícia Militar e a Polícia Civil não estão dando trégua aos traficantes de Dourado, com ações pontuais, inibindo dessa forma a entrada e a comercialização de drogas no município.
Neste mês de abril, as polícias realizaram uma grande operação na cidade, prendendo portadores de drogas e encaminhando-os ao Centro de Triagem de São Carlos.
3 comentários:
Parabéns a todos pelo trabalho!
Parabéns aos policiais pelo excelente trabalho que vêm desenvolvendo em relação a inibição do tráfico dessas substâncias que exterminam a saúde, a família e a vida. Vocês estão no caminho certo!
Apesar dos pesares, os policiais são eficientes, parabens.
No último domingo foi comemorado o dia do Policial Civil, mas a corporação não tem muito o que festejar em Ribeirão Preto. Nos últimos sete anos o número de policiais civis encolheu 23% e hoje contabiliza o menor efetivo em 11 anos. As informações são do Jornal A Cidade, de Ribeirão Preto.
O levantamento foi obtido pelo A Cidade por meio da Lei de Acesso à Informação. Os dados enviados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo mostram que, em 2007, atuavam 433 policiais civis em Ribeirão Preto. Atualmente são cem a menos.
Além de escancarada nos números, a defasagem de policiais civis no município é alertada pelos próprios funcionários. “É um problema de quase uma década, mas agora chegamos ao fundo do poço. Se piorar, teremos que fechar as portas”, afirma Eumauri Lucio da Mata, presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) da região de Ribeirão Preto.O sindicalista diz que essa defasagem prejudica os policiais e a população. No município, apenas 5% dos crimes de menor potencial ofensivo, como pequenos furtos, são esclarecidos.
“Tentamos investigar tudo, mas é impossível. Com a falta de policiais temos que elencar as prioridades. Entre furto e roubo, por exemplo, priorizamos o roubo”, explica o vereador Samuel Antonio Zanferdini (PMDB), delegado de polícia há vinte anos.
Ele pede melhorias na estrutura de trabalho dos policiais. “Hoje ainda coletamos impressão digital com tinta, precisamos ter mais tecnologia”, afirma. E, assim como o sindicato, também faz um alerta. “Estamos trabalhando no limite, isso precisa ser resolvido”.
Segundo Daniel Rondi, advogado criminalista e ex-diretor da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), o governo do Estado não repõe a perda de policiais civis. “Muitos entram de licença ou se aposentam, mas não são abertos concursos para repor”, afirma. Ele ressalta ser evidente o déficit de policiais, civis e militares, em Ribeirão Preto.
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