sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Policial militar é assassinado com 6 tiros na Vila Jacobucci em São Carlos



Um policial militar de 43 anos foi assassinado na manhã desta sexta-feira (14), em São Carlos (SP). Ele estava de folga e levou seis tiros quando estava em seu carro, na Vila Jacobucci. A Polícia Civil suspeita de execução. Até o momento ninguém foi preso.
Segundo a PM, o policial Marco Aurélio de  Santi foi surpreendido por dois homens que efetuaram os disparos. Ele saiu do carro para pedir ajuda e chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu no caminho para a Santa Casa.

“Executaram o policial dentro do carro. Mesmo ferido mortalmente ele tentou sair do carro, mas não resistiu”, afirmou o titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Carlos, Edmundo Ferreira Gomes. O policial trabalhava como segurança em um comércio da região.
A PM não acredita que a execução tenha ligações com os atentados a policiais militares no Estado de São Paulo. “Não temos nenhum indício que seja um crime com ligação aos do Estado. Isso pode ter sido um assalto, não sabemos e precisamos aguardar as investigações”, declarou o major Paulo Wilhelm de Carvalho.

4 comentários:

arnaldo davoglio disse...

Ao que parece, ficou transparente o uso de violência, física e psicológica,através dos ataques localizados a instalações do governo e da população governada, visando incutir medo, terror, e assim obter efeitos psicológicos que ultrapassem largamente o círculo das vítimas, incluindo, antes, o resto da população do cidade.

arnaldo davoglio disse...

Infelizmente, existe um verdadeiro “exército brasileiro” de policiais que fazem "bico".Os agentes se arriscam a prestar segurança paraestabelecimentos particulares para aumentar a renda mensal e dar uma "vida digna à família".

arnaldo davoglio disse...

Voce ainda é a favor da operação delegada????????????????????????

Em todas as profissões pode existir stress, mas no caso específico da polícia, este pode ser mais frequente, pela própria natureza específica do trabalho policial, uma vez que este grupo profissional se depara com situações muito especiais durante o exercício da sua profissão, as quais produzem uma série de tensões psicológicas que podem levar a consequências negativas.
Têm sido realizados diversos estudos (ex.: Cooper, 1997) com o objectivo de listar as profissões mais stressantes e menos stressantes. De forma consistente a função policial é uma das ocupações profissionais que tem sido associada a níveis de stress mais elevados.

Anônimo disse...

È humanamente impossível alguém trabalhar 24 horas direto, sem dormir, sem descansar, sem almoçar, sem jantar, sem tomar banho. Nunca ví isso em nenhuma empresa que presta serviço 24 horas por dia. Todas trabalham em 3 ou 4 turnos.
Essa invenção não funciona, nunca funcionou e nem vai funcionar.
Esper Ramos