Os provedores estão sempre correndo com o “chapéu em mãos” em busca da
sobrevivência dessas entidades. O voluntariado já não é o mesmo de um passado
glorioso dessas instituições.
Não são poucas as reuniões e o empenho dos cada vez mais escassos e abnegados voluntários, que deixam de lado o convívio com a família para se dedicarem a essa causa
nobre, para não deixar que elas (Santas Casas), morram por falta de recursos
financeiros.
O governo do Estado deveria se sensibilizar mais com o drama dessas
instituições, que passam por dificuldades imensas. Uma simples reforma muitas
vezes, não é possível, pois não há recursos para tanto. A renovação de
equipamentos então, nem se fale.
Essas entidades necessitam da ajuda financeira do município, mas nem sempre
os prefeitos são sensíveis à causa.
Quanto maior a estrutura dessas entidades, maior é o problema.
Em Ribeirão Bonito, não fosse a seqüencia de bons gestores, a história seria
igual a tantas outras.
Não que a Santa Casa de Ribeirão Bonito não sofra os
mesmos problemas das demais, porém ela supera as deficiências existentes com
boa gestão.
A prefeitura de Ribeirão Bonito é parceira importante da Santa Casa,
aportando recursos sempre que necessário.
“Enquanto for prefeito, a Santa Casa estará amparada”, disse certa vez Paulo
Veiga chefe do Executivo. E literalmente está cumprindo o prometido.
É com esse espírito, que a entidade acaba
atravessando as dificuldades. Recentemente, por ordem judicial, uma multa de
agressão ao meio ambiente, foi convertida em recursos para a aquisição de
gerador para a entidade.
A direção clínica da Santa Casa de Ribeirão Bonito, está a cargo do experiênte e competente médico Marcos Baldavira Ferreira, profissional da mais alta qualidade, que coloca em prática seu amplo conhecimento na área.
Os funcionários são empenhados e comprometidos profissionalmente.
Atualmente a provedoria está sob a responsabilidade de Domingos Locatelli, o Birela, que dispensa qualquer tipo de apresentação quanto ao empenho e idoneidade.
Outro parceiro importante é a própria população da cidade, que se
sente confortável e amparada, quando sabe que pessoas idôneas estão a frente da
gestão na entidade.
Essa força, com a união de todos, remando para um único lado, faz da Santa
Casa de Ribeirão Bonito, um modelo a ser seguido.
3 comentários:
Ronco, bela matéria. Verdadeira! As Santa Casa atravessam muitíssimas difilculades, mas a gestão é fundamental para a sobrevivência das mesmas. Mais uma vez parabéns! Leio todos os dias o seu blog.
Ana
Por que a de Dourado não reabre?
Força pessoal!
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