Projeto Jogos Limpos Dentro e Fora dos Estádios apresenta seu Comitê Nacional de Coordenação, cujo papel é orientar as atividades propostas e convergir agendas das demais iniciativas que tratam da Copa de 2014, no Brasil, e da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro.
“Nossa história tem demonstrado que, como sociedade, não aproveitamos grandes investimentos em megaeventos esportivos para distribuir renda – o exemplo mais recente são os Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro. Daí a importância de se criar uma agenda positiva para buscar maior transparência e integridade nas obras de infraestrutura da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016. O governo federal declarou que fará um investimento de 50 bilhões em obras, mas são informações voláteis”. As afirmações do presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, revelam a urgência na implementação do projeto Jogos Limpos Dentro e Fora dos Estádios, apresentado em dezembro pela entidade com o apoio da Siemens Integrity Initiative – iniciativa global do Grupo Siemens contra a corrupção, resultante de acordo com o Banco Mundial.
Abrahão falou nesta terça-feira (23 de março), na sede da Fecomércio, em São Paulo, onde aconteceu o lançamento oficial do projeto, na abertura do 2º. Seminário do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção. Na ocasião foi apresentado o Comitê Nacional de Coordenação do programa, composto por organizações dos mais variados portes e origens, igualmente empenhadas em promover a agenda a que se refere Abrahão junto à sociedade civil, de modo que ela se sinta motivada a mobilizar-se em favor da causa.
O papel do Comitê Nacional é orientar as atividades propostas pelo projeto e sintetizar agendas convergentes de iniciativas similares já em andamento, que tratam de temas como impactos nas áreas de educação, políticas públicas de esporte, meio ambiente, trabalho decente e cidades sustentáveis.
O comprometimento com a mobilização é uma das cinco linhas de ação do projeto, que tem entre suas prioridades outras quatro metas: desenvolver indicadores de transparência para as cidades-sedes; fazer quatro grandes acordos setoriais de autorregulação (nos setores de construção, transporte, energia e equipamentos de saúde); construir um pacto de transparência com governantes; e oferecer ferramentas para que a sociedade civil possa acompanhar e monitorar a contratação e o andamento das obras.
“Nossa história tem demonstrado que, como sociedade, não aproveitamos grandes investimentos em megaeventos esportivos para distribuir renda – o exemplo mais recente são os Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro. Daí a importância de se criar uma agenda positiva para buscar maior transparência e integridade nas obras de infraestrutura da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016. O governo federal declarou que fará um investimento de 50 bilhões em obras, mas são informações voláteis”. As afirmações do presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, revelam a urgência na implementação do projeto Jogos Limpos Dentro e Fora dos Estádios, apresentado em dezembro pela entidade com o apoio da Siemens Integrity Initiative – iniciativa global do Grupo Siemens contra a corrupção, resultante de acordo com o Banco Mundial.
Abrahão falou nesta terça-feira (23 de março), na sede da Fecomércio, em São Paulo, onde aconteceu o lançamento oficial do projeto, na abertura do 2º. Seminário do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção. Na ocasião foi apresentado o Comitê Nacional de Coordenação do programa, composto por organizações dos mais variados portes e origens, igualmente empenhadas em promover a agenda a que se refere Abrahão junto à sociedade civil, de modo que ela se sinta motivada a mobilizar-se em favor da causa.
O papel do Comitê Nacional é orientar as atividades propostas pelo projeto e sintetizar agendas convergentes de iniciativas similares já em andamento, que tratam de temas como impactos nas áreas de educação, políticas públicas de esporte, meio ambiente, trabalho decente e cidades sustentáveis.
O comprometimento com a mobilização é uma das cinco linhas de ação do projeto, que tem entre suas prioridades outras quatro metas: desenvolver indicadores de transparência para as cidades-sedes; fazer quatro grandes acordos setoriais de autorregulação (nos setores de construção, transporte, energia e equipamentos de saúde); construir um pacto de transparência com governantes; e oferecer ferramentas para que a sociedade civil possa acompanhar e monitorar a contratação e o andamento das obras.
Fonte: Ethos
Nenhum comentário:
Postar um comentário