quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Presidente empossado da Câmara de Dourado, Osvaldo Rogante, abre os trabalhos da primeira sessão extraordinária de 2019

Osvaldo Rogante - Presidente da Câmara de Dourado

O recém empossado Presidente da Câmara de Dourado, vereador Osvaldo Rogante(PP) abriu os trabalhos da primeira sessão extraordinária de 2019, nesta quinta(3). Participaram da sessão os vereadores Ailton Bueno(PV), Silvio Bergamasco(PV), Marcelo Alcaide(PSB), Braz Desajacomo(PSDB) e os suplentes de vereadores:  Antonio Aparecido  de Oliveira(PDT) , Angela Sciarreta(DEM), José Miguel Demeti(PEN) e José Virgílio(DEM). 

 Sessão extraordinária que elegeu Ailton Bueno como relator da CP 

A pauta dessa sessão extraordinária teve como objetivo a eleição do novo relator da Comissão Processante que julgará quatro vereadores eleitos: Ricardo Fattore(PEN), Danilo Inocente(PR), Evandro Carmona Roberto(DEM) e Claudia Pereira Batista(PTB) que não foram convocados para a eleição do novo relator, sendo chamados os quatro suplentes.

Como o vereador Osvaldo Rogante que havia sido eleito em sessão para a relatoria da Comissão Processante(CP) se elegeu Presidente do Legislativo, houve a necessidade de uma nova eleição para substituí-lo, uma vez que o presidente não pode participar de comissões. 

Dois vereadores disputaram a relatoria da CP: os vereadores Braz Desajacomo e Ailton Bueno, sendo que Ailtinho(foto acima)como é conhecido, foi o eleito. 

O secretario da câmara foi quem efetuou o sorteio, mostrando a todos o papel com o nome de Ailton Bueno(o sorteado) e posteriormente, mostrou também que na urna havia o nome do vereador Braz Desajacomo como a outra opção. 
Fotos: Ronco 

Um comentário:

sonia borges disse...

Não tem cabimento essa comissão processante, porque primeiro ela iniciou com uma acusação de um cidadão afirmando que os 4 vereadores seriam beneficiados com propina com o projeto da Fioreta, mas o projeto não foi aceito. Que benefícios os vereadores tiveram? Nenhum.De repente, o motivo se tornou outro, falta de decoro dos vereadores porque a população se quis fazer ouvida, sem nenhuma interferência dos vereadores, que hoje são acusados. Isto cheira golpe, desde o início. Absurdo!