segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Paulo Forte, menino nascido em Ribeirão Bonito, chega à CBF com as Seleções de Base

Sergio Ronco

Paulo Donizetti Forte, ou carinhosamente Paulinho como é conhecido, nasceu em Ribeirão Bonito em 1955 filho de Maria de Lourdes Gayoso Forte e  Wilson Forte. 

Seu pai Wilson dedicou parte de sua vida na profissão de mecânico de automóveis, até sua aposentadoria em 2008. Paulinho Estudava na Escola Coronel Pinto Ferraz no período da manhã e a tarde ajudava o pai na oficina.

Como tantos outros de sua idade, Paulinho sempre gostou de futebol e sempre que podia estava com os amigos participando de uma “pelada”. Esse gosto mais tarde se tornaria em profissão no futebol do país, não a de jogador, mas a de médico conceituado com especialização em ortopedia, joelho,  traumatologia e medicina esportiva. Em 1976 deixou  a cidade e muitos amigos. Na bagagem pouca roupa e um emprego no Banespa o esperava em São Paulo. 

Com o sonho em estudar medicina, passou no vestibular e foi estudar em São José do Rio Preto. Pouco antes de sua formatura, foi convidado a trabalhar com a equipe do Rio Preto Esporte Clube. Daí em diante não parou mais. Hoje é médico do São Caetano e da Seleção Brasileira de Futebol(CBF), seleções de base. 

Nem tudo foi glória na carreira do médico. No São Caetano, onde atua até hoje, passou por momentos difíceis e acusações infundadas pela morte de um atleta em pleno jogo, porém deu a volta por cima e na justiça conseguiu provar sua inocência e total isenção de culpabilidade no incidente. Mais tarde viria o maior reconhecimento de sua competência e profissionalismo, o convite para chefiar o Departamento Médico da Seleção de Base da Confederação Brasileira de Futebol - CBF.

Paulo Forte concedeu entrevista exclusiva ao Blog do Ronco em várias etapas, pois a agenda do profissional é milimetricamente controlada e ocupada. Nesse período em que conversamos(de maio a agosto), por telefone, por e-mail e WatsApp, Paulo esteve em vários lugares do mundo: Austrália, Nova Zelândia, Uruguai, Canadá e no Brasil: Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Blog do Ronco: Fale um pouco de sua cidade natal, Ribeirão Bonito.
Paulo Forte:  Tenho de Ribeirão Bonito as melhores lembranças, onde passei um período importante de minha vida. Tínhamos boas escolas, ótimos professores, brincadeiras saudáveis, muito futebol, enfim tínhamos tudo de bom, vivíamos felizes. Pela manhã sempre escola, à tarde lição de casa e depois diversão. Tive uma infância saudável, sem essas armadilhas tecnológicas que prendem crianças na tv, computador ou vídeo. Naquele tempo, com  uma patinha com água, sabão em pó e um canudo de mamoeiro, se fazia um brinquedo. Jogávamos futebol  descalços na rua , ralávamos o joelho e arrancávamos a “tampa do dedão”. Tratávamos os machucados com Mercúrio Cromo. A bicicleta e o carrinho de rolemã, com  rolamentos usados, eram a diversão garantida. Na adolescência estudava de manhã na Escola Coronel Pinto Ferraz e à tarde ajudava meu pai na oficina até às 17h00, depois pegava a bicicleta e ia correndo para o campo treinar futebol. Ribeirão Bonito me traz lembranças maravilhosas, nunca esquecerei das festas que a cidade preparava: Festa de São Benedito, Festa de Agosto no Largo da Matriz, local de reunião com os amigos, muita diversão com muita comida gostosa preparada pela própria comunidade e principalmente, para nós, a molecada, os doces. Todos os anos esperávamos ansiosos por essas datas festivas. As famílias tradicionais de Ribeirão Bonito participavam na organização dos leilões com muitas prendas, e o resultado final apurado era revertido  em prol da bela Igreja Matriz Senhor Bom Jesus da Cana Verde, onde os párocos  tinham seus projetos com as comunidades locais. Aos finais de semana tínhamos o Cine Piratininga, e os bailinhos no Ribeirão Bonito Clube. Era muito bacana. Sou muito grato à orientação que tive dos professores de minha época. Jamais poderei esquecer dos bons momentos na escola, com ótimos professores. Gostávamos de ir à escola. Também trago na minha lembrança, e muitas saudades o futebol de campo nas tardes de domingo, em jogos amistosos e campeonato amador regional. No Primavera Clube, as noites frias do mês de julho ficavam quentes com o torneio de futebol de salão. Tenho muita saudade dos amigos que deixei em Ribeirão Bonito, pois passamos momentos inesquecíveis e importantes de nossas vidas. Sinto muito a distância dos meus pais e a falta de convivência com meus irmãos (José, Nenê e Beto), tivemos sempre uma relação muito boa, que cultivamos ainda nos dias de hoje. Enfim tenho muitas recordações de Ribeirão Bonito, e digo sempre com muito orgulho às pessoas sobre Ribeirão Bonito.
Blog do Ronco: Por gostar muito de futebol, você algum dia pensou em ser jogador profissional?
Paulo Forte: Em Ribeirão Bonito, jogávamos futebol por lazer, jogávamos futebol por prazer e não nutríamos o sonho de sermos jogadores profissionais, como acontece com os jovens de hoje. Não havia empresários no futebol e a mídia não dava tanta importância como se faz hoje. Na verdade eu sempre gostei muito desse esporte, desde a infância até os dias de hoje. Faz parte de minha vida, respiro futebol 24 horas por dia, faz parte de minha profissão, sou médico de futebol. Hoje os empresários e a mídia controlam o futebol e promovem ilusões inconsequentes aos  jovens. Também jamais pensei em trabalhar no futebol, nem imaginava que um dia poderia estar no futebol profissional e, muito menos, chegar ao topo da ascensão profissional que é chegar à Seleção Brasileira. A partir de quando entrei na Faculdade de Medicina, logo nos primeiros dias eu já planejei e direcionei meus estudos para a Ortopedia e Traumatologia do Esporte, e assim aconteceu com muita luta e trabalho.

Blog do Ronco: Como surgiu o convite para trabalhar com o futebol profissional?
Paulo Forte: Eu ainda estudante do 6º ano  do curso de medicina, quando comecei a frequentar o Rio Preto Esporte Clube, um clube profissional que ficava bem próximo a minha casa;  um dia eu estava assistindo a um jogo do Rio Preto, quando um atleta sofreu um trauma grave na perna e eu estava bem próximo da passagem do campo para a ambulância e acabei tomando a iniciativa de auxiliar o massagista da equipe, colocando o atleta dentro da ambulância, e como o atleta seria encaminhado para o Hospital de Base de minha Faculdade, eu acabei acompanhando esse atleta e participei do atendimento nessa emergência. Quando o Presidente do Rio Preto foi ao hospital para obter notícias do atleta, eu estava presente participando do pronto atendimento. Daí surgiu o convite: “ Doutor o senhor não gostaria de trabalhar com a gente no futebol?” O Presidente sugeriu que fosse ao clube para conversarmos. Nessa época faltavam 3 meses para minha formatura. Quando me formei e recebi o CRM – Conselho Regional de Medicina, fui contratado pelo Rio Preto e aí comecei a trabalhar definitivamente no futebol e nunca mais parei, já se vão 25 anos de carreira. Eu dedico minha vida profissional toda ao futebol, cuidando da saúde dos atletas, faço isso com muito carinho e zelo. Passei momentos muitos difíceis e injustiças, mas vivi muitos momentos de glórias também. Gosto muito do que faço e me orgulho de ser médico do futebol.
Blog do Ronco: Como você aperfeiçoou seus conhecimentos na área de ortopedia?
Paulo Forte: Na verdade eu tive o privilégio de ter grandes professores em minha formação médica, onde aprendi muito. Tive o privilégio e a sorte de ter conhecido o Dr. Zerbini, cardiologista de renome internacional, fez a cirurgia do primeiro transplante de coração no Brasil. Observando e conversando  com ele, aprendi coisas interessantes que vieram a me ajudar na minha formação profissional, principalmente a Ética Médica e sobre- tudo a relação médico-paciente: valorização e respeito ao paciente. Fiz ao longo dos anos muitas amizades no meio do futebol e convivi com médicos importantes no cenário do futebol profissional. Tive um relacionamento estreito com o médico da Seleção Brasileira Dr. Lídio Toledo, aprendi muito com ele. Tive uma grande amizade e discutia muito futebol com o Dr. Osmar de Oliveira que foi médico do Corinthians por muitos anos e depois jornalista esportivo. Dr. Osmar me passou muito de sua experiência trabalhando com o futebol. Conheci muita gente de respeito  dentro de minha profissão que serviram de ótimos exemplos a serem seguidos, mas o meu grande mestre e exemplo sempre será meu pai. Ele sempre me passou coisas importantes que me servem para a vida e para a minha profissão. Ele é um mecânico aposentado que é para mim um exemplo de caráter e profissionalismo. Seus ensinamentos me deram uma base sólida para que eu possa estar evoluindo como pessoa e como profissional.
Blog do Ronco: Como é o dia a dia do Paulo Forte médico?
Paulo Forte: Eu  dedico quase o meu tempo todo de médico, ao São Caetano. Sou o único médico do futebol profissional do clube e sigo semanalmente toda proposta aos atletas profissionais: treinos, jogos, viagens e também sou responsável pela parte nutricional, alimentação dos atletas, preparo de cardápios para enviar para os hotéis, enfim isso tudo me toma muito tempo e dedicação. Normalmente temos entre 2 a 3 períodos de folga(descanso) durante a semana e com isso eu aproveito para frequentar serviços de ortopedia como o grupo de dor do Hospital das Clínicas de São Paulo, grupo de cirurgia de joelho do Hospital Albert Einstein e também trabalho todas as quintas feiras à noite no Hospital da Polícia Militar de São Paulo no Pronto Atendimento de traumas. Eu consigo conciliar todas essas atividades, e  faço com prazer e entusiasmo; embora o mundo e as coisas do futebol profissional de alto nível sejam recheadas de muito glamour, eu procuro levar com muita simplicidade.
Blog do Ronco: Você recebeu convites de outros clubes estando atuando no São Caetano?
Paulo Forte: Sim, recebi vários convites para trabalhar em outros clubes, tanto no Brasil, quanto fora do país, como Japão, China e Emirados Árabes(Dubai) por indicação de treinadores e profissionais do futebol. Há 20 dias recebi convite para assumir o Departamento Médico da Portuguesa Desportos. No time do São Caetano eu tenho uma boa condição financeira e qualidade de vida, a cidade é ótima para se morar e também sou muito querido na cidade, principalmente pelos torcedores do time e por tudo isso não vale a pena sair do clube neste momento.

Blog do Ronco:  Como surgiu o convite para trabalhar na Confederação Brasileira de Futebol – CBF?
Paulo Forte: Fui convocado para uma reunião na sede da  CBF no Rio de Janeiro há mais ou menos 3 anos, onde estavam presentes o Presidente da CBF, médicos e outros administradores e diretores, onde foi colocado a necessidade de ser implantado um Departamento Médico Integrado entre as seleções de base e principal e, nesse momento, foi formalizado o convite para que eu assumisse o Departamento Médico da Base da Seleção Brasileira. Evidentemente que fiquei agradecido pela indicação do meu nome, dentro de muitos médicos conceituados no futebol brasileiro e, sobretudo ser escolhido para uma função de tamanha importância. Fico muito orgulhoso pela oportunidade de levar toda a minha experiência para a Seleção Brasileira e assim dar a minha colaboração para o futebol brasileiro. Chegar à Seleção Brasileira é chegar ao topo da carreira, é uma grande conquista para qualquer profissional do futebol.
Blog do Ronco: Conte um pouco do seu trabalho na CBF?
Paulo Forte: O meu primeiro compromisso na Seleção Brasileira foi com a Seleção Sub-17 no campeonato mundial da categoria realizado nos Emirados Árabes, Dubai e Abu Dhabi. Embora se tratassem de jogares jovens na idade, porém com muita maturidade no grupo, eram atletas que já estavam sendo destacados em seus respectivos clubes. Eram atletas que já tinham seus objetivos definidos. Esses atletas da seleção sub-17 foram selecionados, tanto no aspecto técnico como comportamental. É necessário sempre convocar atletas que saibam das suas responsabilidades em representar o Brasil em todos os cantos do mundo, e tudo ocorreu de forma muito tranquila, fizemos uma boa campanha, perdemos nos pênaltis , mas foi uma experiência muito bacana e interessante.

Blog do Ronco: Como foi o convite para trabalhar na Seleção sub-20?
Paulo Forte: Assim  que voltamos do Campeonato Mundial Sub-17,  a comissão técnica da CBF fez o relatório de todo o campeonato, onde meu trabalho foi elogiado, com isso ganhei a confiança dos dirigentes da CBF e em seguida o então diretor de seleções me fixou como médico da Seleção Sub-20(Seleção Olímpica) e, também, me escolheu como coordenador médico para todas as categorias das seleções de base do Brasil e, com isso, fiquei responsável por indicar e convocar profissionais (médicos, fisioterapeutas, massagistas) para servirem todas as categorias das Seleções de Base.
Blog do Ronco: Fale um pouco dessa emoção.
Paulo Forte: Evidentemente que um convite dessa dimensão profissional é muito comovente e também de muito orgulho. Na verdade considero um reconhecimento de todo o meu trabalho dentro do futebol, o qual eu sempre procurei fazer com muita dedicação e profissionalismo. Chegar à Seleção Brasileira é o ponto máximo para qualquer profissional, é uma conquista que se traduz em realização profissional. Quando tudo isso aconteceu eu me senti muito feliz e lisonjeado e me senti muito querido pela torcida, pelos amigos também. Todos os meus companheiros de trabalho ficaram felizes por mim, e isso me completou.

Blog do Ronco: Trabalhar com as seleções sub-17 e sub-20, há diferenças?
Paulo Forte: Existem diferenças importantes entre atletas com 17 anos e com 20 anos. A principal diferença está no grau de maturidade entre esses atletas, portanto apresentam diferenças marcantes no aspecto físico e técnico. É preciso que se respeitem essas diferenças e que as exigências sejam compatíveis com o amadurecimento. É tão bem perceptíveis as diferenças de comportamento, as preferências pessoais, o tipo de brincadeiras, enfim são pessoas diferente e cabe a comissão técnica identificar essas diferenças e criar condições de evolução, respeitando sempre as limitações típicas da idade.
Blog do Ronco: No futebol sempre têm aqueles amigos mais chegados, quais os jogadores que foram mais chegados a você?
Paulo Forte: Durante todos esses anos de futebol, convivi com  muitos atletas e profissionais do futebol, uns mais outros menos famosos, conheci grandes pessoas nesse trajetória. Com muita frequência as pessoas me perguntam com quais jogadores eu gostei mais de trabalhar, as pessoas tem essa curiosidade, as pessoas querem saber quem são esses jogadores no dia a dia. Eu poderia enumerar vários, mas um atleta que me impressionou pelo profissionalismo pelo caráter, pela humildade, foi Túlio Maravilha, ficou famoso por ter jogado no Botafogo do Rio de Janeiro e Seleção Brasileira, conquistando muitos títulos no futebol, mas sempre se manteve com muita simplicidade e muito trabalho. Pelo seu comportamento e conduta ganhou a minha admiração e respeito, mantemos amizade até os dias de hoje.
Trabalhei com outros tantos e tive uma convivência muito saudável com o Miller, Luisão, Lúcio Flávio, Fábio Costa, Tonhão, Mancini, Cleber, Everton, Diego Tardeli, Rivaldo e vários outros.
Trabalhei e convivi com grandes pessoas como o Tite, o Mauricy Ramalho, Silinho, Sergio Guedes, Nelsinho Batista, Cuca, Gallo, Levi Cupi, Leão...enfim o futebol me deu oportunidade de conhecer e trabalhar com grandes profissionais e ótimas pessoas que se tornaram amigos e sempre que possível nos encontramos para falar de futebol.

Blog do Ronco: Quais são os seus planos para o futuro?
Paulo Forte: Sem dúvida nenhuma eu gostaria de continuar desenvolvendo o meu trabalho dentro do futebol da melhor forma possível, pois é o que aprendi e gosto de fazer, procuro estar sempre bem informado e atualizado dentro do tema medicina do futebol.
Atualmente sou chefe do Departamento de Futebol do São Caetano e sou médico da CBF, tenho executado essas tarefas com profissionalismo, zelo e amor. Procuro dar o meu melhor, sempre. Enquanto Deus me der saúde estarei atuando nessa área. Meus planos no aspecto pessoal são seguir a vida com simplicidade, ser sempre uma pessoa do bem, ajudar o próximo sempre que possível, viver sempre o presente com intensidade.
  
Blog do Ronco: Ser médico da Seleção Brasileira é um status?
Paulo Forte: Sim, sem dúvida nenhuma, ocupar cargo de médico da Seleção Brasileira é posição de destaque que se traduz em sucesso e status, levando assim ao reconhecimento do meu trabalho, não há como negar. Estar na Seleção é sinônimo de estar prestigiado, é ter respeito profissional principalmente dentro da minha classe profissional, há uma relação de confiabilidade por parte dos colegas médicos. Procuro levar sempre com muita humildade e simplicidade, nunca tive nenhum tipo de vaidade. As pessoas procuram se aproximar, gostam de falar sobre futebol com a gente e eu acho isso muito legal e me da muito prazer atender as pessoas.

Blog do Ronco: Como é estar sempre fora do país?
Paulo Forte: Estar viajando fora do país com o futebol sempre nos acrescenta algo. No campo profissional tenho oportunidade de conhecer outros profissionais, onde possamos fazer troca de experiências, conhecer outras realidades, principalmente na área médica, especificamente na medicina esportiva. Sempre que posso, procuro conhecer os hospitais e serviços médicos, sempre aprendemos coisas novas para que a gente possa crescer profissionalmente. Conheci mais de 20 países. Os países que mais me deixaram impressionados foram Nova Zelândia e Canadá, pelas belezas naturais e pela forma com que o governo respeita e cuida do seu povo, proporcionando uma ótima qualidade de vida, independentes da classe social. 
É muito interessante conhecer a cultura e como vivem as pessoas em diferentes lugares do mundo. O lado difícil de estar sempre fora do país é a distância dos filhos e da família. Acontece às vezes, de ficarmos dois meses fora de casa viajando com o futebol. Sou muito apegado aos meus filhos e acabo sofrendo com isso e, às vezes, deixando de participar de coisas importantes na vida dos filhos. Quando viajo, falo com meus filhos todos os dias por telefone, procurando saber do dia a dia de cada um deles.

Blog do Ronco: Uma mensagem aos amigos de Ribeirão Bonito.
Paulo Forte: Aos amigos de Ribeirão Bonito o meu agradecimento por ter tido o privilégio de ter vivido tempos felizes de um período muito importante de minha vida com essas pessoas maravilhosas, amigos que foram fundamentais na minha formação como pessoa. Amigos de infância, amigos de juventude, eternos amigos de verdade. Agradeço a todos os amigos e professores de Ribeirão Bonito pelo carinho e respeito profissional que sempre encontrei em todos. Sempre tive muito orgulho de Ribeirão Bonito. Tenho em Ribeirão toda a minha família, sempre que tenho oportunidade falo sobre a grandeza de Ribeirão Bonito.
Fotos: Divulgação
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8 comentários:

Marcelo disse...

Paulo Forte, sujeito da mais alta qualidade. Fico feliz por ele. Parabéns pela matéria Ronco.

Nestor disse...

Conheci o Paulo em Ribeirão Bonito em 1970, era bom de bola

Ruizão disse...

Grande Paulo Forte, era da nossa turma

Penha disse...

Menino de ouro!

Maria José disse...

Paulo tem a estrela do sucesso. De família humilde, teve todos os méritos para chegar onde chegou. Seus pais souberam dar educação suficiente para que trilhasse o caminho do bem. Parabéns pela entrevista Ronco

Evaldo Freitas disse...

Irmão do prefeito de Ribeirão Bonito Nenê Forte e do Zé Forte. Paulo deixou Ribeirão Bonito ainda moço. Acompanho a carreira brilhante do Paulo.

Neto disse...

Corméia, Saffi, Fumaça, Paulo Forte eram alguns dos craques da Futebol de Salão da época dos Independentes. Que timaço!!! Gostei da entrevista

Anônimo disse...

Mais um filho ilustre de Ribeirão Bonito, parabéns Paulinho, parabéns Sergio pela matéria, onde expõe toda riqueza do povo amigo de Ribeirão.
Evandro Miranda Gonçalves